Publicado por: Aline Ioavasso em: setembro 1, 2010
de novo um blog novo?
Sim…
http://ohmeudeus.wordpress.com
Publicado por: Aline Ioavasso em: agosto 24, 2010
Eu sempre recebo muitos comentários no meu post sobre alergia ao frio que escrevi em 2009 com a intenção apenas de contar uma das minhas “bizarrisses”. Muitos nos comentários falaram que se identificaram com minha história e pediam algumas dicas para viver com esta alergia.
Este blog, como vocês podem perceber está meio muito abandonado há algum tempo. Mas hoje, quando fui ler e aprovar alguns novos comentários decidi dar uma dica para vocês, alérgicos ao frio.
Ao longo dos anos aprendi a conviver com a alergia e com o incômodo que ela causa. Uma das coisas que mais me causa alergia é o mar ou piscina gelada, como eu disse no post sobre alergia ao frio. Mas descobri um lugar que a piscina não me causa irritação e uticárias. São os parques de águas termais! Já fui em dois deles e em ambos não precisei tomar remédio algum para entrar na piscina.
Abaixo falarei um pouco sobre ambos os parques. Hot Park e Thermas dos Laranjais.
Este foi o primeiro parque de águas termais que conheci. Ele fica em Caldas Novas em Goiás. De São Paulo até lá de ônibus são 12 horas de viagem aproximadamente. Fui com minha mãe e irmão junto de uma excursão.
Nós ficamos em dois hoteis, mas o melhor (e o único que eu lembro o nome) foi o Império Romano do grupo diRoma.
O próprio hotel (a maioria deles por lá) já possui muitas piscinas de águas quentes. Aliás, até a água que sai da torneira é quente!
Uma coisa que gostei muito neste hotel, além da acomodação (eu fiquei na cobertura pelo preço normal!), foi a comida. Era deliciosa! E ainda é típica da região. Com muitas frutas e sementes.
O preço do ingresso é um absurdo de caro. Na época eu paguei meia, acho que foi mesmo só por isso que fui. Hoje em dia ele está ainda mais caro! Como alguns dizem, o bom é ir ao menos uma vez pelo menos para conhecer.
A maioria das piscinas tem areia no fundo e parece algo natural. É tudo muito cara de natureza por lá… Você até esquece às vezes que é uma piscina.
Por falar em natureza, lá tem um rio que dá pra você mergulhar junto de peixe boi (cada bitelão que dava até medo!). Eu não cheguei a ir porque tinha que pagar, mas parecia ser muito bom.
O parque em si é lindo, e tem muita coisa legal pra fazer, inclusive hidroginástica!
Único ponto negativo realmente é o preço tanto do ingresso quanto o preço da comida. Um assalto! Mas vale a pena ir ao menos uma vez.
Quando eu fui estavam construindo uma praia enorme de águas quentes. Não tenho certeza, mas parece que terminaram. Então vale ainda mais a pena.
Eu já fui duas vezes para lá. É menor do que o Hot Park mas não perde muito pra ele. E tem a vantagem de ser mais perto de São Paulo! De carro, dá umas 6 horas aproximadamente.
Das duas vezes que fui fiquei em dois hotéis diferentes. O primeiro que fiquei foi em Olímpia mesmo, o segundo foi em Bebedouro (uma cidade próxima). O hotel nem é assim tão importante lá. Apenas tenha certeza que a cama é boa, que o banheiro é organizado e que não tenha muito barulho por perto.
O melhor é você procurar hotéis mais baratinhos mesmo. Escolha aqueles que incluem apenas o café da manhã porque você passará o dia todo no parque e à noite pode sair pra conhecer a cidade.
O ingresso é barato e fica mais ainda se você comprar em agência de turismo no centro de Olímpia. Dá pra ir no parque todos os dias que você estiver viajando de tão acessível que é o preço.
Tem muita coisa pra criança. Muito brinquedo. Muito tobogã. E ainda estão fazendo mais coisas! O legal é fazer o seguinte: ir logo de início nos tobogãs e todos os brinquedos com mais adrenalina e depois relaxar na piscina de pedras ou em algum ofurô.
Almoço por lá é barato também. Dá pra comer muito bem sem gastar tanto. Isso se você optar por comida mesmo ao invés de lanches, pizzas e outras coisas que tem espalhadas no parque. Depois do almoço alguns tiram uma soneca na sala de descanço e outros caminham. Minha tia, por exemplo iria preferir ficar assistindo Vale a Pena Ver de Novo na sala de descanço (que tem uma TV enorme).
Uma dica é: aproveite tudo, vá em todas as piscinas. São todas maravilhosas!
Publicado por: Aline Ioavasso em: julho 6, 2010
Deixei realmente abandonado este blog. Mas tem explicação. Comecei a trabalhar e o tempo ficou curto.
Estou fazendo um blog novo que em breve entrará no ar. Mas enquanto isso, para provar que continuo viva, acompanhe meus mini-posts no twitter: http://twitter.com/alineioavasso.
É… e o tumblr do post abaixo não deu certo. Não é a plataforma correta para fazer um blog como eu queria.
Só pra dar satisfação..
Publicado por: Aline Ioavasso em: setembro 25, 2009
tá eu sei… chega de fazer novos blogs, neh?
mas é só por enquanto.
estou testando esta plataforma.
então, veja meus novos posts aqui:
bjus.; line!
Publicado por: Aline Ioavasso em: julho 27, 2009
Quem mais você conhece que tem alergia ao frio? Sim, é ao frio mesmo, você não entendeu errado. Pelo menos foi esta a conclusão que cheguei após anos tentando descobrir o porque a alergia aparecia.
Na verdade, nem sempre a alergia esteve presente em minha vida. A primeira vez que ela apareceu foi na Praia Grande, o que nos fez supor que a alergia era àquela água de esgoto nojenta que escorre para o mar. E, durante muito tempo, fui uma espécie de “radar de praia limpa” para minha família. Se a alergia atacava era porque a praia estava suja.
Até que, um certo dia, a alergia atacou em uma piscina limpinha. Então, analizando o que poderia ter provocado tal reação, cheguei a uma conclusão óbvia: só podia ser o cloro! Agora eu tinha alergia à água suja do mar e a cloro.
Inclusive a minha “alergia à cloro” foi o que provocou uma situação bem engraçada em um dos acampamentos de adolescentes… mas isso eu conto em outra oportunidade.
Mas não era apenas o mar poluido ou o cloro que faziam eu me coçar toda. Lavar louça era também um problemão e não apenas por causa da minha enorme priguissite aguda. Em certo dia frio, fui lavar (obrigada) a louça para minha mãe e então notei minha mão completamente pipocada e vermelha. Eu e minha mãe concluímos que alergia só poderia ter sido causada pelo detergente. Era claro! Afinal, também acontecia a mesma coisa quando eu tomava banho com certos tipos de sabonetes em dias muito frio. Então, agora eu já tinha alergia ao mar poluído, ao cloro das piscinas e a algum componente quimico de alguns sabonetes e detergentes.
Finalmente, um dia após minha mão pipocar literalmente do “nada” em um dia frio, cheguei à bendita conclusão: tenho alergia ao frio! Não sei se isso realmente é possível, mas é sério! Agora todas as minhas alergias se resumiam em uma só. Não mais medo de mar poluido (mesmo que eu continue evitando-o), não mais avaliação do nível do cloro pra poder entrar na piscina, e… bem a louça deixa pra lá mesmo, né?
Publicado por: Aline Ioavasso em: janeiro 12, 2009

Acho que foram mais de 10 as vezes que assisti ao filme Dança Comigo com o “bonitão” (apelido muito justo que minha mãe deu ao Richard Gere). Este, com certeza, é um dos meus filmes favoritos e o primeiro na lista de “filmes de dança”. Desde a primeira vez que o assisti, um desejo de aprender dança de salão surgiu em mim e creceu cada vez que eu assistia ao filme. Pena tudo isso ter ficado só no “desejo”.
Ainda hoje nutro certo gosto ela dança. Quando penso em uma forma de me tornar menos sedentária esta é a alternativa que mais me agrada.
Neste sábado fomos ao centro de Caraguá para comer pastel (já é tradição da família), só que não tinha mais pastel. Em compensação, na pracinha dos “véios” estava rolando um show no coreto com uma bandinha simpática de chorinho que não tocava só choro, e, como é de costume, alguns casais de velhinhos dançando na frente da platéia. Essas senhoras e senhores se divertem ali, botando qualquer jovem no chinelo.
Um casal em especial me chamou a atenção. Ambos traziam nos cabelos branquinhos (no-tinturas) e nas rugas muita experiência e simpatia. Eles foram o centro das atenções na pista de dança. Olhando aquele casal de velhinhos lembrei daquela frase que a Jennifer Lopez diz pro bonitão depois da cena da dança de tango (foto acima): “Fique vivo assim … (respira ofegante) fique vivo assim amanhã”. “Eles continuam realmente vivos como um dia foram” pensei.
Será que nossa geração, quando chegarmos na melhor idade, também permanecerá viva assim? Imaginei então o que seria tocado nos coretos quando formos velhinhos, e uma cena horrível me assombrou. Um velhinho cantando “crrrrrrrrééuu” e umas velhinhas tentando mecher a bundinha com os seus joelhos remáticos e as dores na coluna.
“É, nossa geração está perdida!” pensei.
Publicado por: Aline Ioavasso em: janeiro 10, 2009
O céu é azul pintado por algumas nuvens multitons. A areia nos pés é aquela do tipo que só se encontra em praias com altas ondas, aqulas areias ainda em formação, cheias de pedrinhas (ótimas para esfoliação natural). A temperatura é agradável na sombra e como o calor de um deserto ao sol. Mas, mesmo assim, muitos muitas, estão ali estiradas sobre as cangas e cadeiras de praia tostando sob o sol como se fossem pedaços de bifes espalhados na grelha de uma churrasqueira.
Diferentemente destes, meu lugar favorito na areia é sob a sombra de um coqueiro, sentada em uma daquelas cadeiras de praia que deitam, com meus óculos escuro que todo mundo paga pau.
Apesar de nossa casa estar a pouquíssimos metros da praia, pisei na areia umas 4 ou 5 vezes (se tanto) desde que estou aqui. O que vem me entretendo ao longo destes dias quentes é a leitura de vários livros (os quais lhes falarei em outra oportunidade), seja em casa (deitada na cama, deitada no sofá, sentada na cadeira da varanda), seja naquele meu lugar favorito de que lhes falei.
Pois é. O caso que agora conto é que acabei de ler todos os livros que temos por aqui e estou necessitada de leitura (meus nervos foram contagiados pelo vírus literário). Por isso, eu blogo, por isso eu venho de novo à internet visitar os velhos blogs e sites de costume.
Quem sabe um dia aprendo que o melhor mesmo, as melhores histórias e aquelas que se “renovam a cada manhã” estão bem ao meu lado quando abro meus olhos às 10:00 am.
Publicado por: Aline Ioavasso em: novembro 27, 2008
Pois é, finalmente agora tenho a minha Canon Rebel XTi. Demorou, andamos muito pesquisando na Santa Ifigênia, mas finalmente achamos!
Eu já gostava de tudo na câmera antes de tê-la. E agora que tô aprendendo mais sobre ela, tô gostando mais!
Essa é a melhor câmera para começar a tirar fotos mais profissa. Ela é meio profissional, meio automática. Daí você pode treinar umas fotos profissa de vez em quando.
Acabei tirando muitas fotos ontem (e antes de ontem), mas a maioria foi para teste. Poucas (pouquíssimas considerando que eu tirei umas 300 fotos) foram para o meu flickr.
Publicado por: Aline Ioavasso em: novembro 21, 2008
O que eu mais gosto de fazer ao levantar-me é abrir a janela para deixar os raios solares iluminarem meu quarto. Isso pode ser (você deve estar pensando) uma das coisas mais comuns do mundo. Mas para mim não era. Eu era uma daquelas pessoas que gostavam de acordar o mais tarde possível, e depois assistir televisão.
A frase que tenho colocado em todo o lugar ultimamente “aprendendo a viver na simplicidade da vida” (veja o meu perfil) não é simplesmente uma daquelas frases bonitinhas que a gente põe pras pessoas acharem que a gente é “cool”. Essa frase foi a conclusão que cheguei a respeito do que tenho procurado ser.
Porque com tanta tecnologia e coisas me cercando desde que nasci, talvez eu não parasse para observar essas pequenas coisas que me fazem realmente feliz. Que coisas são essas? As coisas simples que nem notamos.
Por exemplo, abrir a janela pela manhã.
Você ainda não sabe o que te espera… você não sabe se o sol estará sorrindo ou se estará escondendo-se atrás das nuvens. Mas, como meu amigo um dia me disse, o céu da manhã é tão bonito quanto o su estado de espírito. E não importa se o céu está cinza, quando abro a janela sei que assim como a luz do sol que ilumina a tudo, Deus também está em todo o lugar. A diferença é que o dia acaba e a noite vem, mas Deus é um dia eterno.
Amanhã, ao abrir sua janela pela manhã, lembre-se de Deus.
Publicado por: Aline Ioavasso em: novembro 18, 2008
Eu comecei a pouco nesta vida de freelancer oficial, fazendo o site da Vidal’s Transportes. Mas ainda assim, sempre que escuto os podcasts do Fala Freela! sinto que estou fazendo tudo errado!
Ser freelancer não é fácil. Ser seu chefe é pra pessoas altamente disciplinadas e estes podcast do Fala Freela! tem me ajudado a me formar como freela.
A todos os que já são ou querem ser freelancers vale a pena conferir.